Pouco utilizado até este momento na Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo, Endrick minimizou a situação e destacou as escolhas feitas pelo técnico Carlo Ancelotti na escalação.
Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (2), o centroavante do Real Madrid chamou o treinador italiano de “iluminado” e destacou que o que importa é o time, não o individual.
“Ele não vai fazer o melhor para mim ou o Matheus Cunha, ele faz o melhor para a equipe. Ele faz o que ele pensa e as coisas acontecem. Parece que Deus olha e fala… ele é iluminado.”
Endrick admite surpresa ao entrar no Brasil x Japão
Endrick não vinha sendo utilizado com frequência por Ancelotti até a partida contra o Japão. O atacante foi acionado no intervalo quando o Brasil perdia por 1 a 0.
“Jogo contra Japão foi maravilhoso. Não esperava entrar naquele momento. No intervalo me chamaram, eu só sabia conversar com Deus, me pedindo calma”, admitiu.
“Foi um estalo na minha cabeça, estava no banco torcendo, e no vestiário me falaram que ia entrar”, relembrou Endrick. “Podemos ficar tranquilos, ele sempre vai fazer o melhor para a equipe.”
Endrick agradece tempo com Ancelotti no Real Madrid
Em sua primeira temporada no Real Madrid, aos 18 anos, Endrick também foi dirigido por Ancelotti e, ao invés de reclamar por falta de espaço, agradeceu ao treinador pelas oportunidades.
“Primeira temporada com o Mister foi uma temporada que joguei muito. Poucos minutos, mas entrando quase todos os jogos”, disse o jovem jogador.
“Ele sempre falava que a minha hora ia chegar. Na Copa do Rei, ele me colocou mais e eu pude ajudar a equipe. Fiz gols em praticamente todos os jogos”, lembrou o atacante.
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