Neymar foi convocado pela primeira vez pelo técnico Carlo Ancelotti na lista final para a Copa do Mundo, mas foi muito bem recebido pelos jogadores. Segundo Endrick, o camisa 10 é exemplo de liderança e ajuda os atletas mais novos.
Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (2), três dias antes do confronto com a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, o jovem centroavante de 19 anos destacou a relação sadia construída com Neymar na Seleção Brasileira.
“Tenho uma relação muito boa com o Ney. A gente pode ficar brincando depois dos treinos e jogando cartas. Numa folga pude estar com ele, ele pôde falar comigo”, revelou Endrick, destacando o papel do camisa 10 na Seleção em seguida.
“É muito importante conversar com essas pessoas que são os capitães da Seleção. Não só o Ney, mas Marquinhos, Casão (Casemiro) e Alisson. Estar com esses jogadores por perto e pegar experiência com eles é uma coisa maravilhosa.”
Endrick lembra relação com Gustavo Gómez no Palmeiras
Ao citar o contato que tem agora com os jogadores mais experientes da Seleção Brasileira, Endrick lembrou que fazia o mesmo quando defendia o Palmeiras e conversava bastante com o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez.
“É algo que sempre fiz com o Gustavo Gómez no Palmeiras. Sempre perguntava a ele o que eu poderia fazer. Se cercar de pessoas inteligentes e que entendem de futebol é sempre bom, não está sendo diferente com o Ney”, disse.
“A gente senta lado a lado quando está no banco. E vou tentar extrair o máximo do Ney para a minha carreira porque ainda tenho muito pela frente”, concluiu Endrick, exaltando o camisa 10 da Seleção Brasileira.
Atacante entende pouco espaço na Seleção
Aclamado pelos torcedores e por muitos analistas da imprensa, Endrick ainda tem tido poucas oportunidades com Carlo Ancelotti na Seleção, mas não reclama. Segundo ele, o italiano sabe o que faz.
“Ele não vai fazer o melhor para mim ou para o Matheus Cunha. Vai fazer o melhor para a equipe. Ele não tem medo, faz o que ele pensa, e as coisas acontecem. Parece que Deus olha para ele, e ele é iluminado”, avaliou.
“Porque tudo que o Carlo faz as coisas acontecem. Quando o Mister falar para eu fazer alguma coisa, não vou olhar para trás, só vou fazer o que ele me pedir”, completou o camisa 19, que atuou por 45 minutos contra o Japão.
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