O Vasco venceu o Barracas Central nesta quarta-feira (27), pela 6ª rodada do grupo G da Copa Sul-Americana, por 3 a 0. Adson e Johan Rojas comandaram a vitória do Cruzmaltino em casa se aproveitando da vantagem numérica no confronto.
Com o resultado, o Gigante da Colina garantiu classificação ao playoff com dez pontos conquistados na vice-liderança. Por outro lado, a equipe argentina deixou a competição na lanterna com apenas três pontos – nenhum triunfo.
O time da casa dominou o primeiro tempo de ponta a ponta, colocando dois no placar. Na abertura da segunda etapa, os cariocas ampliaram o placar e limitaram as chances de o Barracas ameaçar o resultado construído em São Januário.
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Como foi Vasco x Barracas Central
O Vasco teve controle absoluto das ações no primeiro tempo, imprimindo volume de jogo e inibindo qualquer tentativa de contra-ataque dos argentinos. Porém, o placar só foi alterado a partir dos 30 minutos.
Após uma bola espirrada para a cabeça da área, Adson se lançou em direção a ela aos 32 minutos. De primeira, o atacante chutou mascado com a canhota, mas o suficiente para tirar de Agustín Miño e inaugurar o marcador.
Poucos minutos depois, Rodrigo Insúa deu uma entrada temerária no camisa 28 e foi expulso. Já nos acréscimos e com uma mais, o ponta-direita aproveitou a bola afastada pela zaga e chutou no canto para ampliar a vantagem.
Cruzmaltino confirma domínio em casa
O Barracas Central não saiu para o jogo na etapa final e continuou permitindo o avanço do Vasco. Com menos de dez minutos no relógio, Johan Rojas encontrou uma janela mínima entre o arqueiro e o gol para ampliar.
À esquerda de Miño, o camisa 10 da Colina aproveitou passe do autor dos dois gols do jogo até então dentro da grande área. Sem ângulo, ele chutou forte no alto na diagonal para confirmar a intensidade do Cruzmaltino no confronto.
O time da casa administrou o restante do jogo. Bruno Lopes chegou a marcar, mas o juiz anulou por impedimento e Gonzalo Maroni perdeu a chance de diminuir. Brenner teve a chance de fazer o quarto de pênalti, mas Agustín Miño defendeu já na reta final.
