Pep Guardiola está disposto a assumir a seleção da Itália, mas seu alto salário, de 25 milhões de euros (R$ 146 milhões) por temporada é um entrave nas negociações. A informação é do jornal Gazzetta dello Sport.
Recuperar a Itália e levá-la novamente ao caminho das conquistas atrai Guardiola. A quatro vezes campeã do mundo passa por uma fase terrível e não disputou as últimas três edições da Copa do Mundo.
Após dez anos à frente do Manchester City, onde conquistou todos os títulos, Guardiola entende que chegou o momento de dar um novo passo na carreira. A Itália deseja se aproveitar da decisão e poderia ter a ajuda de terceiros para arcar com os ganhos do espanhol, que jogou no futebol italiano no passado.
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Patrocinadores entram em cena por Guardiola
A solução para arcar com o megasalário de Guardiola passaria por um modelo com ajuda de patrocinadores, semelhante ao usado com Antonio Conte, em anos anteriores.
No entanto, internamente, acredita-se que, nesta altura da carreira, com a vida financeira estável, o dinheiro não seria o fator decisivo para Guardiola, mas sim o o projeto esportivo de colocar a Itália onde sempre ela sempre deveria estar.
Leonardo Bonucci, um dos grandes nomes da geração passada italiana e atual membro da equipe técnica da seleção, reforçou publicamente o desejo de trabalhar com o comandante espanhol, afirmando que Pep seria o nome ideal para reformular o futebol do país.
Quem será o novo técnico do Manchester City?
Caso Guardiola opte por encerrar seu ciclo em Manchester, o italiano Enzo Maresca, ex-Chelsea, é o favorito da diretoria do Manchester City para assumir o cargo de novo treinador, de acordo com Fabrizio Romano.
Maresca está livre desde a saída do Chelsea e aguarda por uma ligação para retornar à Premier League. Embora tenha sido demitido, a recente passagem pelos Blues foi positiva.
