Lamine Yamal já usa a camisa 10 do Barcelona, mas agora deve ser testado na função de armador. Segundo informações do comunicador Jota Jordi, a tendência é que o jovem espanhol jogue cada vez mais por dentro nesta temporada. Esse é um desejo de Hansi Flick, que entende que ele conseguirá render ainda mais na posição.
A mudança de função pode ser determinante na carreira de Lamine Yamal. Aos 19 anos, o espanhol já apresenta maturidade para assumir responsabilidades na armação de um time e, após a conquista da Copa do Mundo de 2026, pode começar a temporada como um dos principais responsáveis pela criação do Barcelona.
Os números ajudam a explicar por que Flick enxerga potencial para essa mudança. Yamal soma 151 jogos, 49 gols e 52 assistências pelo Barça, mesmo tendo apenas 19 anos. Sua capacidade de encontrar passes, conduzir a bola e criar jogadas pode ganhar ainda mais importância quando estiver centralizado.
Como Lamine Yamal jogaria de 10?
Como camisa 10, Yamal teria mais liberdade para receber entre as linhas de meio-campo e defesa e participar diretamente da construção das jogadas. Em vez de começar aberto e precisar buscar o corredor central, ele poderia ocupar desde o início zonas próximas ao centro do campo, aproximando-se dos demais jogadores ofensivos.
A principal diferença estaria justamente na quantidade de vezes em que Yamal teria a bola em regiões centrais. Sua capacidade no um contra um continuaria sendo importante, mas poderia ser utilizada depois de uma condução por dentro ou em movimentos diagonais.
Outro ponto importante seria sua movimentação. Yamal não precisaria permanecer fixo como um camisa 10 tradicional e poderia alternar posições com os jogadores de ataque. Ao cair para um dos lados, abriria espaço para outro companheiro ocupar o centro; quando permanecesse por dentro, poderia atrair marcadores e criar corredores para os pontas atacarem a última linha.

Imagem gerada pelo ChatGPT.
Como ficaria o ataque do Barcelona?
A tendência seria Lamine Yamal atuar por trás do centroavante, enquanto Anthony Gordon ocuparia o lado esquerdo e Raphinha permaneceria pela direita. Com um novo centroavante, o espanhol teria liberdade para funcionar como o principal articulador do setor ofensivo.
Nesse cenário, Gordon e Raphinha poderiam receber mais vezes em situações de um contra um e atacar espaços criados pela movimentação de Yamal. O camisa 10 também poderia se aproximar do centroavante para formar combinações por dentro, enquanto os dois pontas manteriam a amplitude.




