Atualmente no Real Madrid e defendendo a Seleção Brasileira nesta data FIFA, Endrick convive com cobranças comuns a jogadores do mais alto nível. Em entrevista ao GE, o atacante reconheceu a pressão da profissão, mas relativizou as dificuldades ao comparar sua rotina com a realidade de outros trabalhadores.
“Não é difícil ser jogador. Difícil é acordar às 5h da manhã e trabalhar de segunda a domingo”, afirmou Endrick. Para o atacante, mesmo diante das cobranças e dos momentos complicados da carreira, os privilégios proporcionados pelo futebol precisam ser reconhecidos.
“Existe uma pressão enorme, mas a gente tem que ser agradecido. Claro que tem momentos de dores, momentos de pressão, mas o que o futebol proporciona pra gente são coisas maravilhosas, que podem mudar a vida das nossas famílias”, completou o camisa 9.
Atacante sofre pressão para se firmar
A pressão abordada pelo atacante também faz parte do momento vivido por ele no Real Madrid. Na Europa desde 2024, Endrick ainda busca se firmar definitivamente. Em sua primeira temporada, sob o comando de Carlo Ancelotti, recebeu oportunidades e conseguiu apresentar boas respostas quando esteve em campo.
O cenário mudou em 2025/26. Com menos espaço, o brasileiro deixou temporariamente o Real Madrid e passou seis meses emprestado ao Lyon em busca de maior sequência. A experiência na França abriu uma nova etapa em sua carreira antes do retorno ao futebol espanhol.
Agora novamente no Real Madrid, Endrick encontra dificuldades para ganhar espaço com José Mourinho e convive com a expectativa de corresponder ao investimento feito pelo clube. Ainda jovem, o atacante espera receber novas oportunidades ao longo da temporada para recuperar sequência e mostrar seu futebol.
Quando Endrick joga?
Endrick deve começar no banco de reservas da Seleção Brasileira no próximo compromisso, mas pode receber minutos durante o segundo tempo. O time de Carlo Ancelotti enfrenta a Austrália nesta terça-feira (29), às 7h (de Brasília), no segundo amistoso consecutivo entre as seleções.




