Segundo o De Telegraaf, o Manchester United está interessado novamente no meio-campista do Barcelona, Frenkie de Jong, para a reabertura da janela de transferências em janeiro.
De acordo com a fonte, o técnico da equipe inglesa, Michael Carrick, tem como objetivo reforçar seu meio-campo e dessa forma, a diretoria pode fazer uma oferta concreta na reabertura da janela.
O Barcelona está aberto a possibilidade de negociá-lo, mas deseja receber algo em torno de 60 milhões de euros (cerca de R$ 336,5 milhões na cotação atual) para fechar um acordo.
Vale lembrar que o holandês foi contratado pelo Barça em julho de 2019 por 75 milhões de euros (R$ 324,6 milhões na cotação da época) com variáveis que de mais 11 milhões de euros (R$ 47,6 milhões na época).
Por que De Jong interessa ao Manchester United?
Uma das principais qualidades do holandês é a condução da bola sob pressão e a capacidade para superar linhas adversárias com passes ou arrancadas. O atleta tem demonstrando no Barcelona que é capaz de avançar com a bola e encontrar companheiros em posições mais ofensivas. Essa característica chama atenção e pode ajudar o United na construção de jogadas.
O jogador também se destaca pela leitura de jogo e a capacidade de conectar a defesa ao ataque. Sua presença ajudaria a equipe a sair jogando com mais segurança, evitando depender exclusivamente de passes longos ou de iniciativas individuais.
Para um time que busca maior regularidade na temporada e um meio-campo mais criativo, esse controle pode fazer diferença em partidas mais equilibradas e truncadas no setor.

Como Frenkie de Jong poderia jogar no United?
Uma das possibilidades seria utilizar o volante como meio-campista central em um sistema com dois jogadores na sustentação do setor. Nessa função, ele poderia receber a bola dos zagueiros, organizar a saída e avançar quando encontrasse espaço.
Outra alternativa seria posicioná-lo em um meio-campo com três jogadores, permitindo que atuasse desde o início da construção e participasse mais das ações ofensivas.
De Jong pode combinar passes curtos com conduções verticais, aproximando-se de Bruno Fernandes e dos atacantes. Dessa maneira, o United ganharia uma opção para acelerar a circulação da bola e encontrar espaços entre as linhas adversárias.
A contratação também exigiria ajustes táticos no coletivo para aproveitar suas características. De Jong rende mais quando tem liberdade para conduzir e avançar, ao invés de ficar ‘preso’ na função de volante defensivo.




