Joshua Kimmich voltou ao centro do debate no futebol alemão após receber críticas de ex-jogadores. O meio-campista do Bayern de Munique tem sido questionado pelo desempenho e pelo papel de liderança na seleção alemã.
Em meio à discussão, Lothar Matthäus saiu em defesa do camisa 6. A manifestação aconteceu após a vitória da equipe de Munique por 6 a 1 sobre o RB Leipzig, quando a lenda alemã elogiou Kimmich e pediu o fim da polêmica em declaração a “Sky Sports Alemnha”. O atleta agradeceu o apoio recebido.
Matthäus destaca liderança e qualidade de Kimmich
Para Matthäus, Kimmich continua sendo uma referência tanto no Bayern quanto na Alemanha. O ex-capitão destacou a capacidade do meio-campista de organizar o jogo, assumir responsabilidades e influenciar os companheiros.
“Ele [Kimmich] faz a diferença nos momentos decisivos e dá ao time energia, personalidade e presença. Tem capacidades futebolísticas excepcionais. Simplesmente não se pode dispensar um jogador como ele”, disse Matthäus.
Kimmich demonstrou gratidão pela manifestação do ídolo alemão. O meio-campista afirmou que valoriza muito o reconhecimento, principalmente quando vem de alguém com a trajetória de Matthäus. “Eu realmente aprecio isso vindo de você“, respondeu o capitão do Bayern de Munique.
Quem criticou e o que foi dito sobre o jogador?
Entre as críticas mais contundentes está a de Mario Basler, ex-jogador da seleção alemã e ex-Bayern. Após o empate com a Holanda e a derrota para a Grécia na Liga das Nações, Basler afirmou que Kimmich não era um jogador de nível mundial e o classificou como um meio-campista comum. Ele também questionou a quantidade de vezes que o capitão participava das jogadas, argumentando que o grande volume de toques na bola não se convertia em efetividade ofensiva.
Marcel Reif, ex-comentarista, também fez críticas ao comportamento do jogador em campo. Ele acusou Kimmich de ter uma espécie de “síndrome do ajudante”, dizendo que o meia tentava resolver problemas demais, correndo por todos os setores e assumindo responsabilidades que nem sempre ajudavam.
Outro nome que entrou no debate foi o de Oliver Kahn, ex-goleiro e ídolo do Bayern. Kahn afirmou que Kimmich não deveria ter sua titularidade garantida automaticamente na seleção. A discussão ganhou força depois que Klopp deixou o capitão fora de duas da Liga das Nações, enquanto jovens como Aleksandar Pavlović e Tom Bischof aproveitaram as oportunidades.




