O Porto venceu o Benfica por 3 a 1 neste domingo (20), no Estádio do Dragão, e manteve o início perfeito na Liga Portugal. Em um clássico marcado pela intensidade, o brasileiro Pepê foi um dos principais nomes da equipe de Francesco Farioli, mesmo sem balançar as redes.
O brasileiro participou diretamente da abertura do placar. Aos 31 minutos, recebeu pelo lado direito, levantou a cabeça e encontrou Gabri Veiga dentro da área com um passe preciso. O espanhol ainda teve dificuldade para dominar, mas chegou antes de Samuel Soares e desviou para fazer 1 a 0.
Pepê decide clássico sem precisar marcar
A assistência foi apenas uma parte da atuação de Pepê. O atacante participou ativamente das ações ofensivas do Porto, encontrou espaços pelo lado do campo e também apareceu em condições de finalizar. Aos 71 minutos, já depois de o Benfica ter empatado e os Dragões retomado a vantagem, o brasileiro arriscou de pé direito e obrigou Samuel Soares a fazer uma defesa.
Pepê deixou o campo aos 85 minutos, substituído por Oskar Pietuszewski, depois de ajudar o Porto a controlar boa parte do clássico. Antes da partida, os números já mostravam sua importância: ele tinha três assistências na competição e dividia com Gabri Veiga a liderança do time nesse quesito.

A atuação ganha ainda mais relevância porque o Porto enfrentava o melhor ataque do campeonato. Antes do clássico, o Benfica havia marcado 21 gols nas seis primeiras rodadas, enquanto os Dragões tinham a defesa menos vazada, com apenas dois gols sofridos. O confronto terminou com o ataque portista prevalecendo em momentos decisivos.
Porto amplia vantagem na liderança
Depois do passe de Pepê para Gabri Veiga, o Benfica reagiu e empatou com Bah. O Porto, porém, voltou a assumir o controle no segundo tempo: Froholdt marcou aos 54 minutos e Hwang In-beom ampliou menos de seis minutos depois, anotando seu primeiro gol pelo clube.
O 3 a 1 manteve o Porto com 100% de aproveitamento após sete rodadas. A equipe chegou aos 21 pontos e abriu cinco de vantagem sobre o Benfica, que permaneceu com 16. O resultado também reforçou o peso do fator casa no trabalho de Francesco Farioli: antes do clássico, o treinador tinha 17 vitórias e três empates em 20 jogos de Liga disputados no Dragão.




