Em coletiva nesta terça (22), na sede da CBF no Rio de Janeiro (RJ), o técnico Arthur Elias divulgou a lista de jogadoras que vão defender a Seleção Brasileira Feminina nos dois amistosos de outubro contra a Argentina. Sendo o primeiro no Beira-Rio, em Porto Alegre, e a segunda na Arena Pernambuco, em Recife.
De forma diferente, o treinador optou por chamar 28 atletas para os jogos no Sul e Nordeste, sendo um grupo maior que o habitual. “Critério é sempre parecido. Merecimento com o clube, tenho cobrado elas para que a gente tenha performance cada vez melhor nos clubes”, disse.
A principal ausência é a de Marta, que vem se recuperando de uma lesão. Recentemente, ela atuou poucos minutos vindo do banco do Orlando Pride, nos Estados Unidos. Por conta disso, Arthur Elias e a comissão pouparam a experiente atacante.
Novidades em lista de amistosos da seleção feminina
Se a Rainha Marta não está presente, outras meninas acabaram chamando a atenção pela oportunidade. Entre as novidades do grupo, Yanne, Tamara Bolt, Clarinha e Carlinha receberam a primeira chance com o comandante da Seleção.
Já a goleira Lorena foi confirmada na lista logo após receber a indicação ao prêmio da Bola de Ouro na sua posição. Vale destacar que a comissão técnica enxerga o momento como ideal para integrar novos nomes e observar alternativas no elenco, visando a Copa do Mundo de 2027.

Os duelos contra a Argentina marcam a penúltima janela internacional do futebol feminino brasileiro nesta temporada. Em novembro, a seleção deve viajar ao Japão para a disputa de mais dos jogos contra as japonesas, que são uma das favoritas ao título mundial do ano que vem.
Planejamento com a cabeça na Copa do Mundo de 2027
Além de aumentar o interesse do público pela competição, os amistosos engrandecem a preparação para a disputa da Copa do ano que vem. Já no primeiro semestre de 2027, a seleção brasileira deve fazer testes finais para ajustar o elenco.
Como reforço na comissão técnica, a treinadora do Grêmio, Jéssica de Lima, foi anunciada no cargo de auxiliar. A ideia é garantir uma das normas da Fifa, que exige a presença feminina na comissão durante os confrontos oficiais.




