A Argentina já se prepara para o período após Lionel Messi, mas uma das principais decisões relacionadas à saída do craque já foi tomada. Lionel Scaloni confirmou que nenhum jogador vestirá a camisa 10 nos próximos compromissos da seleção. O número será preservado até a despedida do atacante.
Messi terá seu último jogo pela Argentina no dia 6 de outubro, em partida contra Benin, no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires. Antes disso, a equipe comandada por Scaloni terá compromissos diante de Bolívia e Burkina Faso, nos quais outro jogador não assumirá a tradicional camisa utilizada pelo craque.
Scaloni explica por que a camisa 10 ficará sem dono
A escolha foi explicada pelo próprio treinador argentino. Scaloni confirmou que a camisa ficará sem utilização neste dois amistosos que antecedem a despedida, mas deixou claro que o número não será necessariamente aposentado.
“Ninguém vai vestir o 10 do Leo por enquanto. Até ser o jogo de despedida, não daremos o 10 a ninguém. A partir daí, veremos. A ideia é que fique para um jogador, com tudo de bonito que isso acarreta. Além de jogador, dentro e fora do campo ele gera algo que nunca vi em mais ninguém”, revelou o técnico.
A intenção é que outro jogador assuma a camisa posteriormente. A definição, porém, ficará para depois da despedida do atual camisa 10, encerrando primeiro o ciclo do jogador antes de determinar quem será seu sucessor.
Scaloni ainda não definiu quem receberá a camisa de Lionel Messi
Ainda não existe uma definição oficial sobre quem ficará com o número depois da despedida. Um dos nomes que ganhou espaço no ciclo recente é Nico Paz. O meia, atualmente no Como, da Itália, vem sendo observado pela comissão técnica e pode fazer parte da próxima geração argentina. Isso, porém, não significa que ele tenha sido escolhido para receber a camisa 10.
A comissão da Argentina também precisará reorganizar outras funções dentro do elenco. Cristian Romero deverá assumir a braçadeira de capitão com a aposentadoria de Messi, enquanto outros jogadores terão de dividir a responsabilidade ofensiva que durante anos esteve concentrada em Leo.




