Os jornais The Times e The Telegraph publicaram uma notícia de que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, planeja vender parte da Copa do Mundo para acionistas e investidores.
Com isso, a primeira reação veio da Uefa, com a entidade máxima do futebol europeu indignada e considerando que esta intenção ‘ultrapassa uma linha que as instituições que governam o futebol nunca deveriam cruzar’.
A ideia é que a Fifa seria a principal acionista do Mundial, vendendo entre 20% e 30% da competição para investidores das 211 associações que fazem parte da entidade máxima do futebol. O acordo poderia render 15 bilhões de libras (R$ 201 bilhões).
Gianni Infantino seria um comissário dessa nova empresa
Ainda, Gianni Infantino seria um comissário dessa nova empresa que comandaria parte da Copa do Mundo. O presidente da Fifa, inclusive, já teria entrado em contato com alguns acionistas.
Sendo assim, Infantino vem criando alguns inimigos, como o mandatário da Uefa, e também Javier Tebas, presidente da LaLiga, que criticaram publicamente o italiano ao longo das últimas semanas.
Fundo ligado ao genro do presidente dos EUA
O principal investidor do negócio seria o fundo Thrive Eternal, liderado por Joshua Kushner, irmão de Jared Kushner, genro do presidente dos EUA, Donald Trump.
O fundo foca em investimentos a longo prazo em franchises e instituições culturais. O Thrive Eternal adquiriu este ano uma participação minoritária nos San Francisco Giants, da Major League Baseball.




