A Fifa saiu em defesa de Gianni Infantino e se pronunciou sobre a recente polêmica envolvendo o presidente. O mandatário se envolveu em uma série de polêmicas após o fim da Copa do Mundo.
Em uma nota, o órgão máximo do futebol chamou o movimento das entidades, como a UEFA, como um “esforço concentrado e contínuo” para minar a credibilidade da entidade e do seu presidente.
A entidade repudia as últimas denúncias contra o presidente, destacando que são “afirmações sem fundamento e alegações comprovadamente falsas”. A intenção seria enfraquecer Infantino, retirando-o da presidência sem uma reeleição adequada.
Infantino vive polêmica na presidência da Fifa
Na última semana, a UEFA teria confirmado que uma funcionária recebeu um “pagamento de rescisão” após um envolvimento amoroso com o italiano, que recebeu R$ 25 milhões em 2025. O relacionamento era assumido. Na época, o dirigente era secretário-geral do órgão europeu.
De acordo com o jornal Daily Telegraph, a mulher teria recebido uma quantia milionária. A UEFA confirmou o pagamento e revelou que pagou taxas de um MBA à mulher.
Ao diário britânico, um porta-voz da Fifa negou o pagamento e apontou que Infantino “nega veementemente essas alegações, e elas são categoricamente falsas”.
UEFA lidera críticas a Infantino
Infantino começou a ser pressionado na presidência da Fifa após três continentes rejeitarem o plano de vender os lucros da Copa do Mundo. A ideia seria utilizar uma subsidiária comercial, a Fifa Forward Enterprise (FFE). A UEFA, entidade europeia, é uma das federações que lideram as críticas contra o italiano.
Em meio à crise, o mandatário foi bastante criticado por ter se aproximado da federação do Marrocos, que teria recebido um convite para sediar a final da Copa do Mundo de 2030.

Imagem gerada com auxílio de IA por Somos Fanáticos.




