O atacante Juninho vive um bom momento atuando pelo Pumas, do México, desde que deixou o Flamengo. Inclusive, atuando pela equipe brasileira, ele era muito criticado por torcedores e não tinha muito espaço, sendo frequentemente reserva e atuando pouco pelo Rubro-Negro do Rio de Janeiro.
Para se ter uma ideia disso, em um ano no futebol brasileiro, após chegar como reforço do Qarabag, do Azerbaijão, no começo de 2025, o atleta atuou apenas em 32 partidas, com quatro gols marcados, segundo dados do portal Transfermarkt. Vale destacar que em várias oportunidades, ele entrou no decorrer da partida, tendo poucos minutos.
Aliás, em entrevista recente ao 365 Scores, o atacante de 29 anos lamentou a falta de espaço que teve atuando pelo time do Rio de Janeiro. De acordo com o jogador, ele teve a missão de substituir um jogador como Gabigol, que é ídolo do clube, e acabou não tendo espaço. Ele acredita que poderia performar melhor se tivesse mais minutos.
“Fui feliz de ter ido (para o Flamengo), mas infelizmente fui ocupar a vaga de uma lenda dentro do clube (Gabigol), um cara que ganhou tudo. Infelizmente, não tive tantos minutos para provar meu valor, mas me conheço muito bem e sei que um pouquinho mais de tempo ia conseguir mostrar minha capacidade”, afirmou o jogador, que atua no futebol mexicano.
Inclusive, a falta de espaço foi o que motivou a diretoria do clube brasileiro a negociar o jogador com o Pumas, no começo deste ano. Na ocasião, a venda foi selada por 5 milhões de euros (R$ 32,3 milhões na cotação da época) e o jogador aceitou o novo desafio.
Juninho usa Samuel Lino de exemplo
Na entrevista, Juninho ainda citou o atacante Samuel Lino ao justificar seu ponto da falta de minutos. Segundo ele, o atual camisa 16 levou um tempo para se adaptar em seu retorno ao futebol brasileiro e hoje é um dos principais jogadores do Flamengo, além de ter sido convocado para a Seleção Brasileira. O argumento foi apresentado para expor que todo jogador precisa de tempo para se adaptar.
“O Flamengo é sempre intenso, de janeiro a dezembro. Eu sofri muito de janeiro a dezembro, mas o clube é muito grande, jogadores de excelente qualidade. A minutagem, a falta de tempo (foi o que mais pesou)”, acrescentou o jogador do Pumas.
Ele continuou: “Um exemplo é o (Samuel) Lino, chegou um pouco depois de mim, levou tempo para se adaptar e hoje está sendo um dos melhores jogadores, está até na Seleção. Todos praticamente que estão lá dentro precisaram de tempo e, infelizmente, eu não tive esse tempo”, concluiu Juninho.
Juninho vive cenário diferente no Pumas
Se no Flamengo o atacante convivia muito com o banco de reservas, no Pumas, a situação é bem diferente. Ele é titular absoluto do time mexicano e, recentemente, no dia 17 de outubro, Juninho foi decisivo com dois gols para a sua equipe em partida contra o Atlante.
De acordo com dados de desempenho do portal Transfermarkt, desde que ele chegou ao México, entrou em campo em 41 partidas, marcando 16 gols e anotando cinco assistências. Ele, inclusive, é vice-artilheiro do Campeonato Mexicano, com oito tentos.

Foto: Imagem gerada por inteligência artificial – ChatGPT




