Arsène Wenger pode entrar na disputa pelo comando da Fifa. O ex-treinador do Arsenal foi apontado como um possível candidato para enfrentar Gianni Infantino nas eleições presidenciais da entidade, previstas para março de 2027. A informação foi publicada pelo jornal britânico “The Times”.
A oposição ao atual presidente busca um nome de peso para tornar a disputa mais competitiva. Wenger, que ocupa o cargo de responsável pelo desenvolvimento global do futebol na Fifa, é respeitado internacionalmente pela trajetória como treinador e pelo conhecimento do esporte. Até o momento, porém, não há confirmação de que o francês tenha decidido concorrer.
Oposição procura um nome para enfrentar Infantino
Infantino pretende continuar à frente da entidade e buscar um novo mandato em 2027. Apesar disso, enfrenta resistência de setores do futebol internacional, especialmente após controvérsias relacionadas à gestão e a propostas institucionais da Fifa. A oposição tenta encontrar um candidato capaz de reunir apoio suficiente para desafiar o atual presidente.
Outros nomes também foram considerados nos bastidores. Victor Montagliani, presidente da Concacaf, era visto como uma alternativa, mas anunciou que pretende buscar a reeleição na confederação regional, afastando a possibilidade de disputar a presidência da Fifa. Já Nasser Al-Khelaifi, presidente da Associação Europeia de Clubes, afirmou que não pretende assumir o cargo. Enquanto isso, o ex-jogador Ramon Vega revelou que pretende disputar a posição.
Arsène Wenger tem prestígio internacional, mas candidatura ainda não foi confirmada
A possível candidatura de Wenger chama atenção pelo histórico do francês no futebol. Ele comandou o Arsenal por mais de duas décadas, conquistou três títulos da Premier League e ficou marcado pelo trabalho de desenvolvimento de jogadores e pela influência tática no futebol inglês.
Desde 2019, Wenger trabalha na Fifa como responsável pelo desenvolvimento global do futebol. A função envolve iniciativas ligadas à evolução técnica do esporte, à formação de treinadores e ao crescimento do futebol em diferentes países. Sua posição na entidade também lhe proporciona contato direto com questões que vão além do trabalho dentro de campo.
Apesar do prestígio, ainda não há confirmação de que o francês aceite entrar na disputa. Segundo a reportagem do “The Times”, a oposição trabalha para encontrar um adversário viável antes do prazo final de apresentação das candidaturas, previsto para 18 de novembro de 2026.




