A atuação de Agustín Giay pela Argentina chamou atenção na Espanha e colocou o lateral-direito do Palmeiras entre os nomes que podem assumir protagonismo na nova geração da seleção. O Marca destacou o crescimento do jogador durante os amistosos da Data Fifa e chegou a tratá-lo como o “número 2 da Argentina depois de Messi”, em uma referência à posição e ao espaço que começa a conquistar no time de Lionel Scaloni.
“Embora a saída de Messi tenha ofuscado tudo, o onze inicial escalado por Scaloni contra o Benin ofereceu vislumbres de como será a nova era da Argentina sem o camisa 10”, disse o Marca.
Giay aproveitou a ausência de Nahuel Molina e disputou os três amistosos do período, justamente em uma fase de reconstrução após a despedida de Messi. A evolução também ganhou respaldo de Scaloni, que citou o lateral ao lado de Nico Paz. “Nessa transição, temos jogadores importantes. Giay e Nico Paz formam uma parceria que está começando a tomar forma”.
Por que Giay chamou tanta atenção na Espanha?
O Marca também recuperou o antigo interesse do Atlético de Madrid pelo argentino. Quando Giay ainda defendia o San Lorenzo, Andrea Berta chegou a oferecer € 5 milhões, cerca de R$ 31,4 milhões, mas o valor acabou superado pelo Palmeiras, que entrou na disputa e desembolsou aproximadamente € 8 milhões, cerca de R$ 50,2 milhões para contratar o lateral.
A publicação espanhola relembrou que Giay já carregava uma trajetória forte nas categorias de base da Argentina, tendo sido capitão no sub-15, sub-17 e sub-20. O crescimento no futebol brasileiro aumentou ainda mais sua valorização, a ponto de o jogador passar a ser tratado como um possível sucessor de Molina e até ganhar a referência de “novo Zanetti”.
Quanto o Palmeiras já recusou por Giay?
Segundo o Marca, o Napoli ofereceu € 14 milhões, aproximadamente R$ 87,9 milhões, enquanto o Milan colocou € 13 milhões na mesa, cerca de R$ 81,6 milhões. O Palmeiras recusou os dois valores, apostando em uma valorização ainda maior do lateral.
Com Giay ganhando espaço na Argentina e sendo apontado como uma das peças da reconstrução pós-Messi, o cenário reforça a percepção de que o lateral pode se tornar uma das próximas grandes vendas do futebol brasileiro para a Europa.




