O Rosario Central começa a definir a vaga para a próxima fase da Copa Libertadores nesta quinta-feira (13). O time argentino enfrenta o Corinthians, no Gigante de Arroyito, pela ida das oitavas de final, a partir das 21h30 (horário de Brasília).
Para o confronto, a equipe da casa conta com o talento de Ángel Di María, que continua sendo um dos principais nomes do time. Mas, para encarar os paulistas, será que o campeão mundial ainda é o verdadeiro perigo para o Timão?
Di María é decisivo para o Rosario Central?
Aos 38 anos, o campeão mundial já não tem a mesma intensidade que teve quando jogava na Europa. Mesmo assim, o meia segue como uma das principais referências do time desde o seu retorno. Desde a sua chegada, ele já conquistou o Campeonato Argentino e é um dos titulares indiscutíveis do time.
Os números provam: são 14 gols e sete assistências em 42 jogos. Ou seja, Di María tem participação direta em 21 gols, com uma média de uma participação em gol a cada dois jogos. Em 2026, pelo Rosario Central, foram sete gols em 25 partidas.
Porém, mais que os números, é o seu controle do jogo. De fato, o argentino já não tem mais o volume físico que tinha quando jogava pelo Real Madrid ou PSG. Mas ele ainda é aquele jogador com uma ótima visão estratégica, com capacidade de acelerar as jogadas, inverter o lado, finalizar, cruzar e criar uma oportunidade em poucos toques.
O Rosario Central joga para Di María?
Não podemos negar que Di María é quem dita o ritmo do Rosario Central em campo. O argentino participa de grande parte das ações do ataque do time. Porém, temos que olhar para outras peças que podem dar trabalho à defesa do Corinthians.
Campaz é o atacante que oferece dribles e muita agressividade, enquanto Pizarro é fundamental para a construção. Além deles, também temos Copetti, que funciona como uma referência na área. Ou seja, todo o ataque se complementa.
Tudo indica que, para as oitavas de final da Libertadores, Di María não jogue como um ponta clássico, como muitas vezes o vimos. Ele será aquele jogador responsável pela conexão entre construção e criação.
Rosario Central não é apenas Di María
O Rosario Central chega confiante. O time encerrou a fase de grupos com 13 pontos e um gol sofrido nas seis partidas disputadas. Foram quatro vitórias, um empate e uma derrota. Terminou empatado em pontos com o Independiente del Valle, líder do Grupo H.
Por isso, o coletivo, junto da sua organização defensiva, é o maior trunfo para os argentinos enfrentarem o Corinthians e brigarem a finco pela classificação às quartas de final da Libertadores.
Em Arroyito, o Timão ainda terá uma missão ainda mais difícil. Em 2026, foram 16 jogos como mandante. O Rosario Central teve dez vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas.

Imagem gerada com auxílio de IA por Somos Fanáticos.
Opinião: Di María é o maior trunfo contra o Corinthians?
Individualmente, ele até pode ser. Porém, coletivamente, o Rosario Central se torna ainda mais difícil para o Corinthians. Afinal, a estrutura do time deve ser a arma mais poderosa para esta partida.
Di María é a referência. É a liderança de um forte time. É uma das maiores influências na criação de jogadas, onde até mesmo as estatísticas não conseguem mostrar. Seus números provam que seu alto nível, assim como mostrou na Europa, ainda permanece.
Mas, o que precisamos destacar é que o Rosario não depende apenas do seu camisa 10, que sonha em jogar o Brasileirão. É um time forte coletivamente, principalmente no setor defensivo e impulsionados pela força da sua torcida.
O desafio será grande. Será que o Rosario Central dominará o Corinthians ou o Corinthians conseguirá passar por um gigante? Descobriremos nesta quinta-feira, às 21h30 (horário de Brasília).
Se você costuma seguir dicas de apostas no X, vale conhecer o @Playbook. O bot transforma essas recomendações em apostas prontas.




