Raphinha chega para o novo ciclo da Seleção Brasileira em alta. O atacante marcou 14 gols e deu três assistências nos oito primeiros jogos da temporada pelo Barcelona e é tratado neste momento como um dos principais atacantes da Europa.
O brasileiro passou a exercer uma função diferente no time espanhol. Com a saída de Robert Lewandowski, Hansi Flick passou a utilizá-lo mais centralizado e o atleta respondeu com uma participação ofensiva ainda maior.
Além dos números, Raphinha também ganhou mais responsabilidade no clube catalão. O atacante assumiu a braçadeira de capitão e se tornou uma das principais referências da equipe, características que podem ser exploradas na Seleção Brasileira.
Como Raphinha pode assumir o protagonismo no Brasil?
Na Seleção, Raphinha pode ser utilizado como uma referência ofensiva sem abandonar sua capacidade de atuar pelos lados do campo. A experiência como centroavante no Barcelona oferece a Carlo Ancelotti uma alternativa e versatilidade para que o jogador atue cada vez mais perto do gol.
Essa mudança também ajudará a organizar o ataque brasileiro. Raphinha pode ocupar a faixa central em certos momentos, enquanto outros jogadores atacam pelos lados, criando movimentações capazes de dificultar a marcação adversária.
Em contrapartida, para assumir o protagonismo, apenas repetir os números não é suficiente. O atacante precisa transformar sua confiança em liderança dentro de campo, participando das ações ofensivas e assumindo responsabilidade em momentos importantes.
O que o atacante precisa fazer para repetir o desempenho?
O primeiro passo é reproduzir na seleção a intensidade apresentada no Barcelona. Raphinha tem sido agressivo na busca pelo gol, atacado espaços e participado constantemente das jogadas, características que podem aumentar sua influência na Amarelinha.
Outro fator importante será entender as diferenças entre os times. No Barcelona, ele conta com uma estrutura ofensiva construída por Flick e jogadores como Lamine Yamal, enquanto no Brasil precisará adaptar seu jogo às ideias de Ancelotti e às características dos companheiros, como Vinicius Júnior.
A Seleção Brasileira terá pela frente três amistosos. Dois contra a Austrália, na sexta-feira (25), às 07h, e na terça-feira (29), também às 07h, e no dia 3 de outubro, um sábado, às 11h, contra a Índia.
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