O Internacional viveu um dos piores dias de sua gloriosa história ao ser derrotado, dentro do Beira-Rio, pelo Grêmio, por 3 a 0. A vitória, na partida de ida da semifinal do Campeonato Gaúcho, deixa a equipe numa situação muito complicada. Para ir à final, precisa vencer por quatro ou mais gols de diferença na quarta-feira, 23, na Arena do Grêmio.
Mesmo com a goleada, a diretoria do Inter descartou a demissão de Alexander Medina imediatamente.
“Não cogitamos mudanças até quarta, não será produtivo. Temos que reunir força, remobilizar. E vamos com tudo mais uma vez”, disse o vice-presidente de futebol, Emílio Papaléo Zin.
O dirigente ainda aproveitou a entrevista coletiva para comentar sobre a derrota diante de 40 mil torcedores no Beira-Rio.
“Em um momento de extrema tristeza e de cabeça quente, é difícil fazer uma avaliação. Temos que remobilizar. Absolutamente complicada a situação que ficamos. Ninguém está satisfeito. Tivemos um espetáculo que 40 mil pessoas fazendo uma festa, o Inter dominando o primeiro tempo, mas as coisas acabaram como vocês viram”, afirmou o cartola.
Evitou falar sobre o trabalho de Medina
A goleada sofrida no Gre-Nal é mais um vexame sofrido por Cacique Medina à frente do Internacional. Depois de cair para o Globo, do Rio Grande do Norte, na 1ª fase da Copa do Brasil, o treinador precisa reagir às críticas pela derrota no clássico. O VP de Futebol do Inter evitou analisar o trabalho de Medina.
“Não farei esta avaliação agora. Ontem já não conseguimos mexer, e o futuro não podemos prever. O que temos é o presente e remobilizar. Fazer do limão uma limonada. Ninguém está contente com o resultado”, finalizou.




