De acordo com o portal TEAMtalk, Manchester United e Chelsea estão monitorando a situação de Tomás Araújo, do Benfica. A atuação do jogador contra o Milan em setembro chamou atenção dos clubes ingleses.
Em contrapartida, ambas equipes esbarram na multa rescisória do atleta fixada em 80 milhões de euros (cerca de R$ 520 milhões) na cotação atual. Portanto, tirá-lo do Benfica não será uma tarefa fácil.
Tomás Araújo foi revelado justamente pelo time português e atualmente, se consolidou como titular absoluto da equipe. O atleta tem conseguido manter uma regularidade e atuar em alto nível, fatores que justificam o investimento.
O contrato do defensor com o time português é válido até junho de 2031 e o Benfica não pretende se desfazer do atleta neste momento. Na atual temporada, o zagueiro acumula 12 partidas disputadas, um gol marcado e uma assistência.
Por que United e Chelsea estão interessados?
Além de manter a regularidade e atuar em alto nível, Tomás Araújo também oferece versatilidade. O atleta português pode atuar tanto como zagueiro central quanto como lateral-direito.
Essa característica permitiria aos clubes interessados a capacidade de contar com um jogador para mais de uma posição. Xabi Alonso, por exemplo, atual técnico do Chelsea, preza pela parte tática e poderia extrair o melhor do atleta.
Já o Manchester United busca uma estabilidade defensiva e Tomás Araújo poderia ajudar. A equipe sofreu 11 gols na temporada, sendo oito deles na Premier League em cinco jogos disputados.

Premier League é o destino ideal para Tomás Araújo?
Atuar na Premier League exige intensidade e consistência, características que estão atreladas a Tomás Araújo. Diante deste cenário, fechar com um grande clube inglês pode ser um ‘salto’ para a carreira do atleta.
Em contrapartida, também exigiria adaptação. Neste momento, o defensor se vê consolidado no Benfica e é respeitado pela torcida, sendo tratado como um dos principais jogadores da equipe.
Apesar dos fatores citados acima, seu atual clube não pretende negociá-lo neste momento e uma saída precisaria ser consenso entre todas as partes. Diante disso, a tendência é de que ele permaneça em Portugal.




