A Data Fifa entre o final de setembro a outubro marca o início de ciclos de treinadores de peso em seleções. Nomes como Zidane, Jorge Jesus, Klopp, Xavi e Marcelo Gallardo assumem seleções com o desafio de renovar elencos e aplicar novas filosofias após a Copa do Mundo.
Na França, Zinédine Zidane começou os trabalhos à frente dos “Bleus” focado no duelo diante da Turquia. O comandante pretender alterar algo em relação ao seu antecessor Deschamps, com Mbappé sendo colocado na ponta esquerda em uma formação 4-3-3, ao lado de Dembélé.
Já em Portugal, Jorge Jesus estreia aos 72 anos, sendo o técnico mais velho a dirigir a seleção nacional. Participativo no aquecimento, o “Mister” realizou uma palestra. A imprensa destacou a conversa do ex-Flamengo com a dupla Cristiano Ronaldo e João Félix, atletas que ele dirigiu no Al-Nassr.
Alemanha e Holanda também com novidades de peso
Depois de quase dois anos parado, Jürgen Klopp chega na Alemanha com a ideia de dar balançar as estruturas. Com muita vibração em seus primeiros treinos, o ex-Liverpool estreia nesta quinta (24), pela Liga das Nações.
De cara, Klopp fez um pedido aos jogadores. “Deem o seu máximo quando as coisas não saírem como desejam e entreguem tudo o que têm”. O impacto inicial já foi elogiado pelo grupo. Curiosamente, o adversário será outro estreante, o espanhol Xavi Hernández que começa seu trabalho pela Holanda.
Nos primeiros contatos, ele prometeu mais posse e intensidade, afastando o estilo defensivo de Koeman: “Tudo é novo para mim e para a comissão técnica. Primeiro, será preciso nos conhecermos, conhecer todos os jogadores e convencê-los sobre nossa maneira de jogar”, destacou.
Estreia na America do Sul e em outras seleções
Na América do Sul, Marcelo Gallardo deu o pontapé inicial na seleção do Equador em jogos na Ásia. A primeira convocação do argentino destacou a forte presença de atletas que atuam no Brasil. Também em amistosos no continente asiático, Diego Forlán estreia como interino no Uruguai.
Por fim, outros nomes também assumem projetos em seleções importantes, como Mark van Bommel na Bélgica, Santi Denia na Tchéquia, enquanto Roberto Mancini e Slaven Bilić retornam ao comando da Itália e da Croácia, respectivamente.




