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Thiago Scuro revela veto a Rodrigo Caio no Monaco com Filipe Luís: “Faltou inglês”

CEO do clube francês afirmou que a falta de fluência em inglês pesou na escolha por outro profissional para as bolas paradas

Rodrigo Caio membro da comissão técnica do Flamengo durante partida contra o São Paulo no estádio Maracanã pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Rodrigo Caio membro da comissão técnica do Flamengo durante partida contra o São Paulo no estádio Maracanã pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

A chegada de Filipe Luís ao Mônaco poderia ter sido acompanhada também por Rodrigo Caio, mas a comissão técnica formada no futebol francês acabou sem o ex-zagueiro. Em entrevista ao podcast Sports Market Makers, Thiago Scuro, CEO e diretor de futebol do clube, explicou que o idioma acabou sendo um fator determinante para a decisão.

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Por que Rodrigo Caio não foi para o Mônaco?

Filipe Luís foi anunciado pelo Mônaco em julho de 2026 e levou para a França o auxiliar Ivan Palanco e o preparador físico Diogo Linhares, profissionais que também trabalhavam com ele no Flamengo. Rodrigo Caio, que havia assumido a função de responsável pelas bolas paradas na comissão rubro-negra, ficou fora da mudança, apesar do interesse inicial do clube francês.


Scuro fez questão de reconhecer o trabalho realizado pelo ex-zagueiro no Flamengo e afirmou que havia interesse em levá-lo para o Principado. “A gente queria muito que o Rodrigo tivesse vindo junto, fez um trabalho bom também (no Flamengo). Faltou o segundo idioma. Faltou pelo menos uma fluência em inglês para conseguir impactar no dia a dia dos atletas. Nós trabalhamos e buscamos outro profissional para bola parada”, explicou o dirigente.


A questão estaria ligada principalmente à comunicação dentro do elenco. No Mônaco, o inglês aparece como um dos idiomas utilizados no cotidiano, em um ambiente com jogadores e profissionais de diferentes nacionalidades. Para Scuro, a capacidade de se comunicar diretamente com os atletas seria importante para que um especialista em bolas paradas conseguisse participar de maneira efetiva da rotina de treinamentos.

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Filipe Luís teve vantagem por dominar outros idiomas?

O contraste com Filipe Luís também ajuda a entender a escolha do Mônaco. O treinador brasileiro já possui experiência internacional e fala mais de um idioma, além de estar avançando no francês. Rodrigo Caio, por outro lado, não apresentava naquele momento a fluência em inglês que o clube considerava necessária para a função que seria exercida diariamente junto aos jogadores.


A situação também ganhou um significado diferente porque Rodrigo Caio havia deixado o Flamengo em março de 2026 após a saída de Filipe Luís. Ele havia combinado verbalmente que deixaria a comissão caso o treinador fosse demitido e, mesmo com a possibilidade de permanecer no clube carioca, optou por cumprir o compromisso. Meses depois, quando a transferência de Filipe Luís para o Mônaco foi confirmada, o ex-zagueiro afirmou que não iria para a França naquele momento.


A explicação de Scuro coloca o episódio mais no campo da preparação profissional do que em qualquer questão técnica, financeira ou pessoal. “Faltou o segundo idioma”, resumiu o dirigente, indicando que a barreira linguística pesou na montagem da comissão. Para quem pretende trabalhar no futebol europeu, isso reforça a importância de chegar preparado também para as exigências de comunicação e adaptação cultural.

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O Mônaco optou por procurar outro profissional para trabalhar especificamente com bolas paradas, enquanto Filipe Luís iniciou sua trajetória no clube francês com parte da comissão que já o acompanhava no Brasil.

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